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EntreNós

Jantar sérvio #EntreNós

O jantar foi óptimo! Algumas amigas do Petar e da Ivana juntaram-se à festa. A comida estava deliciosa e a companhia não ficou atrás.

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A Ivana passou o dia na cozinha, o que originou uma mesa a abarrotar. Provámos umas quantas delícias típicas da Sérvia. Para os mais curiosos e/ou "food-lovers", aqui vão algumas:

 

Čvarci – São uns pedaços de gordura de porco; parecido com torresmos.

Ajvar – É um molho de pimentos óptimo.

Podvarak – É uma espécie de couve cozida.

Rakia ou Rakija - É uma bebida alcoólica proveniente da destilação de fruta fermentada (pêssego, uva, figo, marmelo e até zimbro). Pode conter, aproximadamente, entre 40 a 65% de álcool. 1 copinho de Rakia e estamos prontos para a maluqueira.  

 

Pogača – É um pão delicioso, pelo qual nos apaixonámos. No dia seguinte, a Catarina “exigiu” fazer um sozinha, com a supervisão da Ivana.

 

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Este post está a ficar um bocado Jamie Oliver, mas cá vai:

 

 

Pogača

850g de farinha, 1 colher de sopa de sal, 2 colheres de sopa de açúcar

Misturar tudo e fazer um buraco no meio

Adicionar 250 ml de água, 250 ml de leite e 1 xícara de óleo

Adicionar uma colher de chá de fermento

Juntar tudo e começar a amassar

Pode adicionar-se farinha, caso a mistura fique muito pegajosa

Levar ao forno durante 30 minutos (não sabemos a temperatura. Improvisem e vão deitando um olhinho!)

 

Et voilá! Serbia for the win!


No próximo post contamo-vos o que visitar em Roterdão!

Holanda #EntreNós

Acabámos de fazer a nossa viagem mais cara até agora: Londres – Eindhoven por 15€. Um balúrdio em comparação com o resto dos voos que fizemos até ao momento!

Aterrámos e esperav-nos uma chuvada desgraçada. Aquele pequeno trajecto a que já nos acostumámos, do avião até ao terminal, parecia ter o dobro do tamanho. Bem-vindos à Holanda.

No terminal, enquanto percebíamos onde devíamos apanhar o autocarro para o centro, conhecemos uns irmãos da Letónia e um rapaz sul-coreano. Trocámos umas palavras e facebooks para bebermos um copo em Amsterdão, onde todos iríamos estar dali por uns dias.

Eindhoven foi mesmo só de passagem. Tínhamos amigos à espera em Roterdão. Já no centro, procurámos o terminal ferroviário. O bilhete do comboio acabou por ser mais caro que o avião. Há coisas malucas.

Em Roterdão temos um casal de amigos sérvios que conhecemos há 2 anos, quando oferecemos o nosso sofá em Lisboa – a Ivana e o Petar! Eles são 5 estrelas; super divertidos e cheios de ideias originais e interessantes. Quem disse que 3 dias juntos não são suficientes para começar uma boa amizade? :)

Chegámos a Roterdão e o Petar estava a sair do trabalho. Foi ter connosco e acompanhou-nos até casa.
Que boa coincidência: o Petar faz anos! Yeah! Festa!! O jantar vai trazer algumas surpresas gastronómicas. Comida sérvia! Como será? Logo vos contamos. :)

O que FARIAmos nós sem ti?..

Em Londres fomos recebidos pelo Faria e o Giuli, dois tugas espetacularmente espetaculares! O Faria é amigo do João dos tempos de faculdade.

Eles vivem em Hackney, a cerca de 15 minutos de comboio do centro de Londres, numa Unit – um “living-working place”: uma espécie de armazém gigante com imensos quartos e algumas áreas comuns (sala, cozinha e casas-de-banho). Vivem lá cerca de 30 pessoas!

Pudemos partilhar conversas com alguma da malta - tudo com muito boas energias e ideias interessantes!

 

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O Faria e o Giuli são os mestres da descontração e sempre bem-dispostos. Soube bem recarregar baterias num ambiente assim!


Obrigado pelas dicas e sugestões sobre Londres e por nos terem recebido tão bem!

Google Maps #EntreNós

É certo que não há uma única pessoa que nunca tenha ouvido falar no Google Maps. No entanto, nem todos devem saber das suas possibilidades infinitas e que tanto jeito nos deram nesta viagem!

 

Desde o "pré-viagem" à viagem em si, o Google Maps tem sido um fiel companheiro. 

 

Cenas fixes do Google Maps: 

Usar offline: Esta é das melhores coisas da app! Basta guardar a zona que vamos precisar de utilizar (tem que se estar online para guardar) et voilá! Temos 30 dias para usufruir desse mapa, mesmo estando offline. Bye bye mapas de papel!

Onde está a rua mínima, que nem tem direito a ter o seu nome no mapa, mas que é precisamente onde se situa a casa onde vamos ficar? Coloca-se o nome no Maps e tcharan!

O melhor de tudo é que - mesmo offline - o Maps detecta a nossa localização e facilita a orientação (quantas vezes não vos aconteceu já saber para onde querem ir mas não saber onde estão?).

 

Estrelar: guardar/marcar os locais que nos interessam. É necesário estar online para o fazer, mas depois as estrelinhas aparecem, mesmo quando estamos offline. Não há coisa mais bonita que ter um mapa estrelado! Os locais onde já fomos e onde queremos estão representados pelas nossas estrelinhas. É uma espécie de Scratch Map (que agora tanto está na moda), mas em vez de riscado, o mapa está estrelado.

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Traçar rotas alternativas: óptimo se quisermos contornar as mais populares ruas cheias de restaurantes e seus empregados que nos imploram que lá fiquemos a jantar às 17h da tarde e quase nos obrigam a entrar. "Maybe later!" - só que não!

 

Há, ainda, a possibilidade de viajar sem sair de casa.

Neste site podemos visitar cidades sentados no nosso sofá! Confessamos que é bem mais divertido fazê-lo pessoalmente, mas, sempre é uma forma mais fácil e gratuita de conhecer o mundo.

 

 

Estes são os nossos "Must do" do Google Maps, mas não somos mega pros, sendo esta apenas a nossa perspectiva. Provavelmente haverá até outras 101 ferramentas fantásticas que nós desconhecemos. Se souberem mais mega utilidades, não hesitem em partilhá-las #EntreNós! :)

Poupámos em... London

De alguma forma comparável a Paris, Londres andará no top 10-15 das cidades mais caras da Europa. Ainda assim, há sempre espaço para umas poupanças. Nós contamos tudo.

 

 

Oyster card

Londres é uma cidade grande e contrariamente a Barcelona ou Dublin, por exemplo, não dá para atravessar a pé (dar dá, mas é capaz de se traduzir numas quantas horas e umas dores de costas lixadas).

Londres tem o metro mais antigo do mundo (1863). Foi um sucesso e foi, de imediato, copiado por outras metrópoles mundiais. A rede do metro de Londres é gigante – desafiamos as admiráveis pessoas que sabem as estações todas do de Lisboa a decorar as de Londres!

A forma mais poupada de viajar em Londres é comprar o Oyster card, uma espécie de “Lisboa Viva”, que se carrega (“top up”) à medida que se necessita (“pay as you go”). O cartão custa 5£ (reembolsáveis com a devolução do cartão, tal como o crédito não utilizado). O Oyster dá para metro e autocarro (onibus, para os nossos amigos brasileiros), mas nós nunca precisámos de andar de autocarro.

 

Foto na Plataforma 9 e ¾

Verificamos agora que esta nos escapou na lista de “must do” de Londres. Caraças… Esta cabeça já não dá para tudo. Ainda assim, os amantes de Harry Potter não podem deixar de passar pela estação King’s Cross St. Pancras e tirar a foto da praxe na plataforma 9 e ¾. E “onde é que está a poupança?”, perguntam vocês. Explicamos já: todos os dias haverá uma fila bem composta para tirar a foto. E todos os dias haverá uma fotógrafa da loja oficial para vos gravar para a eternidade a fingir que se atiram em voo para uma parede mágica. Claro está que se pretenderem ter essa maravilhosa e profissional foto terão que desembolsar uma quantia não tão maravilhosa de libras. A parte da poupança é que, ao contrário de outras situações semelhantes, aqui é permitido tirarmos as nossas próprias fotografias. Portanto, peçam ao amigo ou, se forem sozinhos, a um simpático turista atrás de vocês na fila, et voilá! Foto à pala!

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“Ripley’s Believe it or not” depois das 17h

A atração de que vos falámos num post anterior sobre os “Must do” de Londres tem o preço de 27,95£, se se comprar no próprio dia; 23,76£ se se reservar com entre 1 e 13 dias de antecedência; mas fica por apenas 16,95£ para entradas após as 17h. Dá perfeitamente tempo para ver tudo, não se preocupem! – só fecha à 00h.

 

 

Starbucks

Os preços do Starbucks não variam muito de país para país. E apesar de ser um extra para a nossa carteira, não resistimos a um Mocha de vez em quando. Em Londres, no entanto, adoptámos uma batota: aproveitámos o facto de em alguns Starbucks haver termos com leite; levávamos o nosso prórpio termo e preparávmos o nosso leite achocolatado. #tugasdesavergonhados

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Musicais

Há vários locais/formas de comprar bilhetes para um dos famosos musicais de West End. Descobrimos que online os descontos podem chegar aos 60%! Cuidado, no entanto, a comprar bilhetes naquelas barraquinhas não-oficiais. Num dos teatros aconselharam-nos a procurar sempre locais oficiais, porque andam por lá uns quantos falsificadores malandros.

O que fazer em... London - Parte II

Contrariamente às três cidades anteriores por onde passámos, dois ou três dias para conhecer Londres são escassos.

Vários foram os locais por onde passámos que poderiam fazer parte desta lista. Mas o tempo urge, meus caros! Além disso, fazer 300 posts só de Londres seria uma seca.

Se os vossos locais londrinos preferidos não estiverem por aqui, sintam-se à vontade para se indignarem e partilhá-los connosco, deixando um comentário.

Aqui vão mais alguns must do da capital do Reino Unido, com uma mistura de destinos mais populares com outros mais alternativos:

 

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Buckingham Palace / Changing the Guard / Parks

Quem nunca ouviu falar da Troca da Guarda que se acuse! A Changing the Guard é a cerimónia da substituição dos guardas que protegem os palácios reais e é dos eventos mais assistidos mundialmente.

Há, na verdade, três, mas a mais conhecida é a que se realiza em frente ao Palácio de Buckingham. De abril a junho acontece diariamente. Durante o resto do ano, em dias alternados. A hora é sempre a mesma: 11.30 am.

Convém ir meia horinha antes e procurar um bom local. Sugestão: a ilhazinha do Victoria Memorial, bem no centro da praça. Ficar demasiado perto do portão pode não ser boa ideia.

Confessamos que não sabíamos muito bem o que procurar. A música começa. Ali estão eles! Com os seus peculiares chapéus de quase meio metro, uns passos para cá, uns passos para lá. Umas ordens do líder do grupo. Todos incrivelmente coordenados que nem atletas de ginástica rítmica.

No final da cerimónia não faltam opções verdes para desfrutar do sol (rezem a S. Pedro!): St. James’ Park, Green Park ou o gigante Hyde Park.

 

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Borough market

Seguimos a sugestão do nosso anfitrião (do qual falaremos mais tarde) e passeámos até este mercado, situado bem perto da London Bridge, na margem sul do Tamisa.

É um dos maiores e mais antigos mercados em Londres. Celebrou em 2014 – pasmem-se – 1000 anos!

Frutas, vegetais, carne, peixe, marisco, doces, vinho… You name it! Tudo se vende no Borough Market.

Está aberto de 4ª a sábado. De 4ª a 6ª abre às 10h. Sábado às 8h. Vão de manhã cedo para evitar a confusão. Ou vão quando vos apetecer. A azáfama também pode ser divertida!

 

 

Tate Modern

Não queremos passar a Eurotrip enfiados em museus e catedrais, mas de vez em quando sabe bem. Principalemente quando chove, o que acontece com alguma frequência em Londres. Arte moderna? Here we go!

Atravessámos a Milleninum Bridge rumo ao sul do Tamisa e encontrámos este museu com apenas 16 aninhos de vida.

Entre importantes obras de Picasso, Matisse, Miró e Chagall, descobrimos uma pintura de Maria Helena Vieira da Silva, uma artista portuguesa naturalizada em França.

Valeu a pena a visita!

 

 

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Bond Street

Quando escrevemos sobre a avenida dos Champs-Élysées, verificámos que só havia  uma avenida mais cara em imóveis em toda a Europa. Despertados pela curiosidade, decidimos, então, dar uma espreitadela à Bond Street.

Não se passa nada.

 

 

Harrods e Selfridges

Duas das mais luxuosas e exclusivas lojas de departamentos do mundo.

Ir a Londres e não lhes dar uma espreitadela é uma missão impossível, quando uma das pessoas é uma mulher. Lá foi o João arrastado pela Catarina. Tudo lá é glamouroso esplendoroso, majestoso. O lema da Harrods é Omnia Omnibus Ubique, que significa "Todas as coisas, para todas as pessoas, em todo lugar".

Mesmo que a vossa carteira esteja tão vazia como a nossa, vale a pena uma visita.

 

 

Abbey Road

The Beatles!! Para os fãs da banda de Liverpool, é obrigatória a foto da praxe na passadeira. Na verdade, não há muito mais para visitar em Abbey Road, a não ser o estúdio onde o álbum foi gravado, que é mesmo ali ao lado.

Lá tirámos as fotos e o vídeo para mais tarde recordar e depois ficámos a admirar dois amigos mexicanos que já lá estavam quando chegámos e por lá ficaram quando viemos embora. Mas que grande sessão fotográfica que eles para ali fizeram!

Se por lá passarem, não se esqueçam de tentar encontrar a vossa gravação, em:

 

http://www.abbeyroad.com/crossing


Atenção! Têm de procurá-la no próprio dia.

 

 

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Piccadily Circus

Esta famosa praça de Londres, iluminada pelos gigantes outdoors com anúncios das maiores multinacionais, está sempre repleta de vida e emoção. A azáfama dos visitantes, a estátua de Eros e os constantes espetáculos de rua (normalmente junto à estátua), justificam o passeio. É um must go.

P.S.: é bem ali ao lado que se situa o museu/atracção “Ripley’s – Believe it or not”, do qual vos falámos no post anterior.

 

Leadenhall Market

Depois de um dia de passeios sabe bem descansar um pouco a beber uma pint neste mercado. Para os mais curiosos, foi aqui que foi filmado parte do Harry Potter - contamos tudo depois no Sabia que...London!

 

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Mais coisas malucas sobre Londres nos próximos posts! Fiquem por aí...

 

 

O que fazer em... London - Parte I

Malta doida, desculpem esta ausência prolongada!.. Não tem sido fácil tirar um tempinho para escrever. Mas..... Estamos de volta! :D

 

 

Deixámo-vos em Glasgow. Ora, a 9€ de Glasgow… está London!

Tal como o Porto, Londres também já nos tinha recebido antes da Eurotrip. Ainda assim e como foram só uns dias, muito ainda havia para ser explorado.


Continua a não ser a nossa cidade favorita para se viver, mas sem dúvida que tem sempre coisas malucas a acontecer!

Com a ajuda do guia da FWT, descobrimos umas curiosidades bem interessantes que partilharemos convosco.

 

 

Must do:

 

Big Ben

Desenganem-se os que pensam que o Big Ben é o relógio gigante junto do Tamisa. Na verdade é o nome do sino instalado no Palácio de Westminster, em 1859.

Apesar de o nome se associar à torre do relógio, esta é oficialmente conhecida como a Elizabeth Tower, desde 2012, ano da celebração do Jubileu de Diamante (60 anos de coroação da rainha). Até esse ano era simplesmente apelidada de Clock Tower.

Curiosidade: a 27 de Julho de 2012, o Big Ben tocou durante 3 minutos (das 8h12 às 8h15) para anunciar a abertura dos Jogos Olímpicos.

Na nossa opinião, as “fotos dignas de postal” podem tirar-se de noite, a partir da Westminster Bridge (adoramos monumentos iluminados!).

 

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Cereal Killer Cafe

Este é daqueles must do mais alternativos. O Cereal Killer Café é uma pequenina “casa de cereais” situada no nº 139 da Brick Lane (perto de Bethnal Green).

Pode parecer um pouco estúpido – até o pior "cozinheiro" do mundo é capaz de juntar leite e cereais numa taça – mas, mesmo assim, adorámos o conceito de termos imeeeeeeeeeensas variedades de cereais de todo o mundo à escolha!

A decoração do espaço é, também ela, muito "típica". Adorámos!

Mas não voltamos. Com 4,5€ (custo de uma taça de leite com 2 tipos de cereais) compramos uma caixa de cereais gigante! Mas vale a pena dar lá um pulo e pedir uns cereais que nunca tenham provado.

 

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Ripley’s – Believe it or not

Situada no coração de Londres, em Piccadilly Circus, esta é cotada como uma das melhores atracções da capital inglesa.

O incrível Robert Ripley foi um cartonista/explorador/repórter/coleccionador que viajou por 201 países durante 35 anos, procurando o invulgar, o extraordinário. E encontrou-o! Esta colecção conta com os mais variados artigos vindos de todo o mundo. Arte, natureza, pessoas. Há de tudo um pouco.

As colecções de Ripley surgiram pela primeira vez em público em 1929, no seu primeiro livro, dando posteriormente origem a um programa de rádio e mais tarde de televisão.

Em 1936, Ripley foi mesmo votado o homem mais popular na América.

Desde o homem mais pesado do mundo (Robert Earl Hughes com os seus 485kg), ao homem lagarto, encontra-se de tudo aqui! Ovelhas com duas cabeças, vacas com 5 pernas, o Titanic construído com fósforos, caixões com formas de animais, you name it!

Além da exposição, há algumas possibilidades de interacção, como o Labirinto de Espelhos (onde, por momentos, tememos ficar encurralados para sempre), a Corrida entre Lasers (ao estilo de Missão Impossível) e o Buraco Negro (o João ia caindo!).

Os bilhetes foram cerca de 20€ cada, mas valeu a pena! :D

 

 

Chinatown

O nome dispensa grandes descrições. Entramos neste “bairro” e parece que estamos em Pequim. Restaurantes, lojas e mais restaurantes.

Não podíamos deixar passar… Atrevemo-nos a jantar num restaurante chinês! Num buffet! Baratucho! Sabemos que há uma grande probabilidade de nos terem servido o cão que na noite anterior se deliciava com os restos do lixo das traseiras do restaurante, mas arriscámos!

E que bem que soube, depois de tanto fast food e noodles! Confortou a barriga para as próximas semanas!

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Camden town

Adorámos! Ir a Londres e não visitar este bairro é  um crime! Nos primeiros 15 minutos ficamos a olhar para toda a gente e aos risinhos e segredinhos, que nem duas crianças de 10 anos. Depois é soltar os cabelos e despenteá-los (com os do João custa menos), é rasgar as calças ou até despi-las! É ser carnaval em qualquer altura do ano. Haverá melho coisa que isso? *-* Só mesmo carnaval e compras no mesmo sítio!

Já entendem porque gostámos tanto de ter Camden town #EntreNós??

Tanto que nas duas visitas que fizemos a Londres, fomos lá três vezes!

P.S.: temos uma coisa a contar-vos sobre Camden no post das Curiosidades de Londres.

 

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Fiquem por aí que a Parte II já está no forno!

Sem fronteiras no sofá

E os nossos irmãos brasileiros voltaram a ser a nossa salvação!

Fomos recebidos, pela segunda vez, por um grupo de brasileiros que está a estudar em Glasgow pelo programa Ciências Sem Fronteiras. Adoramos esse programa!! Estamos num grupo de couchsurfing para brasileiros que fazem parte deste programa e é incrível como todos se ajudam uns aos outros e respondem aos posts, oferecem suas casas, fazem sugestões e dicas. Um máximo! Tem-nos ajudado muito!!

 

Foi nesse grupo que conhecemos o Daví. Ele vive em Glasgow com mais 3 amigos: o Airton, o Thomás e o Marcelo. Apesar de só termos passado uma noite na cidade, ainda houve bastante tempo para conviver com os nossos hosts. Partilhámos umas boas conversas, o João "quase" foi jogar futebol com eles (só quando chegaram ao pavilhão é que perceberam que era preciso ter o cartão de estudante da Universidade) e ainda jogámos o tal jogo que o Tiago de Dublin nos mostrou/viciou - SpaceTeam! Façam um favor a vocês mesmos e saquem esta app! Consiste em gritaria, muito stress e algum multi-tasking! Nós chegámos ao nível 9! Conseguem passar? #DesafioLançado

Os nossos novos amigos foram super simpáticos e prestáveis. O Marcelo até foi connosco, de propósito, à universidade para imprimirmos os bilhetes de avião para Londres. :)

Obrigado, Fantastic Four! :D

 

P.S.: começamos a ter vontade de voltar a Lisboa só para poder receber e passar mais tempo com as pessoas que nos acolheram! 

 

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Só conseguimos apanhr o Daví e o Marcelo, mas o Airton e o Thomás também ficaram nos nossos corações! ;)

O que fazer em Glasgow

Sendo Glasgow a segunda maior cidade escocesa e pertinho de Edimburgo, não podíamos ignorá-la.

Foi, no entanto, uma visita de médico.

Apanhámos o autocarro desde Edimburgo: 4£ cada.

Ao chegar, ficámos num café quase uma hora à espera que a tempestade fosse chatear outra cidade. Um chazinho e uma fatia de bolo depois pusemo-nos a caminho. Nesse dia pouco ou nada fizemos. Saímos depois de jantar quando já não chovia tanto e demos uma volta de reconhecimento pela cidade.

Apesar de só termos ficado 2 dias em Glasgow, visitámos o que nos foi possível e vamos deixar-vos com os nossos must do.

 

 

Gallery of Modern Art (GOMA)

À entrada é obrigatória a selfie com o Duque de Wellington com um pino de trânsito como chapéu (se ainda lá estiver!).

Tem entrada gratuita e lá dentro podemos admirar, imaginem: arte moderna! Quem diria?? :D

Agora um pouco mais a sério: à medida que vamos passando pelas várias cidades e visitando todo o tipo de museus, vamos descobrindo qual o tipo de arte que mais nos atrai. Arte moderna é uma delas.

 

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Catedral e Cemitério Necropolis

Nós chamámos-lhe a "Catedral dos Telhados Verdes", já que essa é a principal característica que a distingue das restantes (por esta altura começamos a confundir as igrejas/catedrais que já visitámos). É a principal igreja de Glasgow e acredita-se que foi construída sobre a igreja de São Mungo, o padroeiro da cidade.

Ao lado da catedral, encontra-se a Necropolis, um cemitério gigante, com mais de 50000 sepultados e cerca de 3500 monumentos, que se estende ao longo de uma pequena colina.

Facto interessante: quanto mais elevada está a campa/túmulo, mais importante era o falecido. No topo da Necropolis situa-se o túmulo de John Knox, líder da reforma protestante. 

Mesmo que não gostem destes "ambientes", há algo por que vale a pena subir ao topo do cemitério: a vista. Uma paisagem panorâmica (gratuita) aguarda-vos!

 

 

Riverside Museum

Venceu o prémio de Museu Europeu do Ano em 2013. Este facto deve ser suficiente para vos convencer a visitá-lo, mas nós contamos mais.

O design é todo moderno e faz lembrar montanhas (à Catarina) ou um electrocardiograma (ao João). Lá dentro temos acesso aos mais variados tipos de transportes e suas histórias, sempre muito bem acompanhados por ecrãs tácteis interactivos. Os amantes de carros antigos não podem falhar este museu!

 

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Kelvingrove Art Gallery and Museum

Não visitámos, mas está cotado como um dos principais museus do Reino Unido.

Além disso, é circundado pelo Kelvingrove Park, um parque gigante onde sabe sempre bem dar um passeio ou comer um gelado.

 

 

Glasgow University

Hogwaaaaaarts! Apaixonados por Harry Potter ou não, a visita à universidade de Glasgow é obrigatória. Parece que entramos num mundo diferente, místico e mágico. 

A arquitectura é muito bonita e em combinação com o verde da natureza fica excelente.

 

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Sem dúvida que ainda haverá muito mais para descobrir em Glasgow. Fica para a próxima!

 

Brasil #EntreNós

Em Edimburgo fomos recebidos pela Lívia, uma brasileira simpatiquíssima com quem entrámos em contacto através de um grupo de couchsurfing do Facebook.

Foi a primeira vez na viagem em que ficámos hospedados com alguém completamente desconhecido e sem nenhum amigo em comum. Apesar disso, a Lívia acolheu-nos como se fossemos seus amigos de longa data! :D

Ela está a estudar na Universidade de Heriot-Watt, nos arredores de Edimburgo, e é lá que tem o seu quartinho, onde tão bem nos acolheu. A universidade/residência fizeram-nos sentir como se estivéssemos num American Pie, de tão parecidos que são os campus.

A Lívia é uma cearense (nasceu em Sobral) apaixonada por basquetebol e Star Wars. 

O seu quarto era pequeno, perfeito para um estudante que vai lá viver uns meses. Imaginem um quarto pequeno com cama, roupeiro e uma secretária. Mesmo assim, a Lívia prestou-se a oferecer-nos um pouco do seu espaço, isto com aulas e exames pelo meio!

O nosso coração está cada vez mais cheio com esta viagem!

Obrigado, Lívia! <3

 

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