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EntreNós

Adorámos e odiámos - Dublin

Dublin foi uma das cidades que mais gostámos!

Pequenina e calma, amorosa e amistosa. Cheia de brasileiros (nossos companheiros das baladas) e irlandeses bem-dispostos. 

Ainda para mais encontrámos o céu limpo e o sol a sorrir para nós praticamente todos os dias! (Ok, podemos ter tido sorte...) Aconteceu, na verdade, um marco histórico da Eurotrip!: a Catarina passou o primeiro dia sem parecer o boneco da Michelin, como o João lhe chama - não usou o seu casaco azul, que a acompanha desde Paris (Obrigado, Fátima!).

Posto isto, cá vai o que adorámos e odiámos em Dublin: 

 

 

ADORÁMOS:

  • O facto de a cidade ser pequena e se poder percorrer facilmente em menos de 30 minutos a pé - gasta-se menos (tempo e dinheiro), passeia-se mais e desfruta-se mais!

 

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  • A simpatia das pessoas: em maior ou menor número, claro que há carrancudos em todo o lado, mas em Dublin devem ter uma lei que prende quem não sorrir e for fofinho para os visitantes. 

 

  • A comunidade brasileira que habita em Dublin. São imensos! E está-lhes no sangue: simpatia, boa disposição, positivismo; festa, dança, alegria!

 

  • Os legumes, fruta e....... os doces (nós temos tentado controlar a coisa, pais!, mas em Dublin não foi nada fácil) a preços surreais: 12 bananas por 1€; 8 Milkas por 2€... 

 

  • A possibilidade de ter "culture for free": praticamente todos os museus, galerias, parques, etc, têm entrada livre.

 

  • As Guinness: é na capital irlandesa que se bebem as melhores Guinness (sim, uma Guinness pode ter um sabor diferente dependendo de vários factores - vejam o post "Sabias que?... - Dublin"). A Catarina nem é grande fã de cerveja... Não era, aliás!

 

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ODIÁMOS:

 

  • Os preços dos restaurantes: comer fora sai caro; é complicado desfrutar de uma boa refeição por menos de 15€ (Calma, Dubliners!, não nos crucifiquem já se isto não corresponder à realidade. Talvez não tenhamos estado tempo suficiente em Dublin para conhecer os "cantos à casa"; talvez haja restaurantes bons e baratos. Vamos procurar melhor na próxima visita!)

 

  • Ouvir tanta gente dizer que estávamos com imensa sorte com a meteorologia...

 

We love Dublin! :D

O que fazer em Dublin - Parte II

 Olá, salamandras saltitantes!

 

Continuando o passeio por Dublin, eis mais alguns "must do" desta maravilhosa cidade:

 

 

Temple Bar

Ir a Dublin e não ir beber um copo a Temple Bar é um crime.

Ao início ficámos confusos, uma vez que vimos o famoso bar de toldos vermelhos com este nome, mas víamos, também, nos mapas, uma zona com o mesmo nome. A verdade é que Temple Bar é o chamado quarteirão cultural de Dublin, aka, Bairro Alto de Dublin.

Situa-se na margem sul do Liffey e é também lá que estão localizadas algumas instituições culturais de Dublin, como o Irish Photography Centre, o Irish Film Archive, entre outros.

 

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Foi em Temple Bar que curtimos e conhecemos o Eminem Irlandês - como o João lhe chamou depois em conversa com ele. Podem dar uma espreitadela aí:

Eminem Irlandês

 

 

 

Ha'penny bridge

Esta pequena ponte que atravessa o Liffey, foi originalmente chamada de Wellington Bridge. O seu nome oficial é The Liffey Bridge, apesar de ser correntemente apelidada de Ha'penny bridge. Este nome deveu-se ao valor do imposto cobrado a todos os que pretendiam passar a ponte - halfpenny.

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 Tivemos um pouco de receio sempre que atravessámos esta ponte... Descubram porquê no próximo post "Sabias que...? - Dublin".

 

 

 

Cobblestone

Um dos mais tradicionais pubs irlandeses, o Cobblestone é famoso pelo seu ambiente descontraído e familiar, mas, acima de tudo, porque é lá que alguns dos músicos mais talentosos da Irlanda se juntam para tocar.

Não são propriamente concertos, mas uma espécie de reuniões de músicos amigos com jam sessions à mistura. 

Combinar uma Guinness (ou outra qualquer preciosidade alcoólica) com música tradicional irlandesa ao vivo é uma óptima mistura!

Para além da música, o Cobblestone proporciona, também: aulas, conversas, danças e outras actividades iguamente aliciantes e que podem levar a uma noite diferente na vossa bucketlist.

 

 

 

  

Grafton Street

Para um pedaço de uma tarde ou noite um pouco mais normais, uma passeata pela Grafton Street poderá ser um bom programa.

Fazendo lembrar um pouco a Rua Augusta em Lisboa, aqui podem fazer-se umas compras - ou se se estiver numa Eurotrip com controlo de gastos, podem admirar-se umas montras - e apreciar uns quantos artistas de rua, alguns deles com bastante qualidade, até: gaitas de foles, saxofonistas, guitarristas e este boss que cantava, tocava guitarra e bateria simultaneamente. 

 

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Beber uma Guinness

A Guinness é, destacadamente, a cerveja mais emblemática da Irlanda. Provavelmente a Stout mais conhecida do mundo. Porém, algo que muitos - como nós - desconhecem, é que o sabor da Guinness varia de bar para bar.

Para além de factores como o "tempo de vida da cerveja", outros aspectos como, por exemplo, o formato do copo, têm importância e influenciam o sabor.

Uma Guinness bem tirada deve ser servida com um ângulo de 45º e deve deixar-se numa superfície plana durante 119,5 segundos, permitindo que a espuma se forme e suba até ao topo.

Um dos melhores bares para beber uma Guinness é o Mcneill's, o nº 140 de Caple Street.

 

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Guiness Factory

Colocámos este "must do" no fim porque fizemos um pouco de batota e não fomos à Guiness Factory.

Depois de termos ouvido algumas opiniões e de alguma ponderação, decidimos trocar a visita à fábrica da Guiness pela FWT de Beer and Whiskey Tasting de que vos falámos no post anterior (o Peter aliciou-nos - além de simpático, ele é um bom vendedor!).

No entanto, se tiverem tempo e 18€ a mais na carteira, não deixem de ir até lá e terão direito à visita recheada de experiências interactivas, finalizada com uma pint da mais famosa stout do mundo no Gravity Bar, situado no 7º andar, com uma vista panorâmica brutal sobre a cidade.

 

 

Não percam o próximo post, porque nós...... TAMBÉM NÃO! :D