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EntreNós

O que fazer em… Amesterdão – Parte I

Como já vos contámos no post anterior, a estadia em Amesterdão foi prolongada. Na verdade, foi a cidade em que ficámos mais tempo – 10 dias.
 
Temos, por isso, muita coisa para partilhar convosco. Muito passeio, algumas experiências novas e muita risada. Ainda assim, como passámos a maior parte dos dias com um grupo grande de amigos – toda a gente sabe que quanto mais pessoas, mais difícil se torna organizar as actividades – houve muitos “must do” que acabaram por não se concretizar.
 
 
Red Light
Já todos ouvimos falar do famoso Red Light District (RLD), mas nem sempre os rumores correspondem à realidade. Não se pode ir a Amesterdão sem passar por lá. Há, na verdade, 3 RLD: o principal, em Walletjes, um em Singel e outro em Pijp.
Ruas estreitas; casas pequenas; janelas mais pequenas, outras maiores; no seu interior, mulheres (ou não – já explicamos) de todas as nacionalidades, formas e feitios. Sempre muito “acaloradas”, procuram cativar os olhares dos turistas. Não vale tirar fotos! Mas vale interagir com com elas. Uns acenam, outros atiram um piropo. E para quem gostar do que vê, é só mostrar o seu interesse, negociar e entrar. Segundo o que nos contou o nosso guia da FWT que fizemos, a média são 50€.

 
 
Uma “marinheira” ainda tentou seduzir o João, mas teve que se contentar com um piscar de olho.
Atençãos às cores dos neons nas janelas. Vermelho: mulher. Azul/Roxo: transexual/travesti.
A “prostituição de janela”é legal desde 2000. As trabalhadoras pagam impostos. Ao contrário dos rumores, o RLD é, actualmente, das zonas mais seguras da cidade, com vários polícias e seguranças privados contratados pelas próprias prostitutas. Mas…  atenção aos carteiristas!
Complementado com inúmeras lojas (maioritariamente sex shops), coffee shops e pubs, o RLD é a principal atracção turística de Amesterdão.
 
 
Peep Show
Já que andamos pelo RLD, falamo-vos do Peep Show.
Uma espécie de quarto central rodeado por 8 ou 9 compartimentos privados. No centro, o espetáculo: uma mulher ou uma mulher e um homem. Por 2€, temos 2 minutos de show. Why not?
Entrámos na nossa cabine - supostamente para 1 pessoas mas cobemos lá 3.
Uma janela opaca impedia a visão para o quarto central. Colocámos os 2€ na maquineta et voilá! No centro, um homem a oferecer (ou a fingir que dava?) sexo oral a uma mulher. Deitados num colchão giratório, performavam para as cabines. É possível vislumbrar os rostos das outras pessoas. Confessamos: não foi o melhor espetáculo do mundo, mas valeu pela experiência.
 
 
I amsterdam
Deixar Amesterdão sem a típica foto com as letras do “I amsterdam” é como deixar Paris sem ver a torre Eiffel.
 
 
 
O principal “I amsterdam” encontra-se na Museumplein, mesmo à frente do Rijksmuseum. Existem mais dois. Um no aeroporto de Schipol. E outro vai circulando pela cidade, consoante os eventos a destacar.
Dica: se quiserem uma foto sem 528 turistas, convem ir para lá de manhã, porque durante o resto do dia, é impossível e em vez de ficarem com uma foto do “I amsterdam”, ficam com uma do “I atem” ou do “I merd”. Não é tão fixe.
 
 
Batatas fritas
Há quem diga que são as melhores do mundo! Chamam-se Manneken Pis (tentámos descobrir a origem deste curioso nome que nos remete para Bruxelas, mas não conseguimos) e situam-se na Damrak, uma avenida perto da Central Station.
Todos os dias que por lá passávamos tinha fila. Normalmente, quando assim é, deve valer a pena a espera. E num dos dias não resistimos. Há 3 tamanhos de cone. E uma variedade enorme de molhos. QUE DELÍCIA! São caras, mas são maravilhosas! Experimentem!
 
 
Albert Cuyp Market
É o maior e mais popular mercado de rua da Holanda. É composto por cerca de 250 bancas/stands e está aberto seis dias por semana. Na nossa visita ao mercado fomos acompanhados pela Fernanda, uma brasileira simpatiquíssima que conhecemos no grupo de Couchsurfing do Facebook.
A variedade dos produtos à venda é enorme, desde sapatos e malas a vegetais frrescos. Mas a nossa sugestão: STROOPWAFELS! Já tínhamos provado estas famosas bolachas, mas nunca assim: quentinhas, acabadas de fazer mesmo à nossa frente! Ainda para mais o criador desta delícia era bastante simpático e arranhava português! As do supermercado são boas, mas estas são óptimas! Must try!
 
 
Vondelpark
Homenageando o “Shakespeare holandês” – Joost van den Vondel – este parque atrai cerca de 10 milhões de visitantes por ano. Seja para relaxar um pouco e simplesmente apreciar a vista, ler, ou praticar um desporto, o Vondelpark é uma óptima opção para fugir à azáfama do centro de Amesterdão. No dia do Rei – 27 de Abril – o parque transforma-se num dos maiores mercados do país.
 
 
 
 
Coffee shops
Este foi dos dias mais divertidos, se não mesmo o mais divertido de toda a Eurotrip! Que moca! Literalmente.
Existem perto de 150 coffee shops espalhadas por Amesterdão. São estabelecimentos onde se pode comprar e consumir drogas leves como haxixe, marijuana e sedativos. Não é permitida a venda de álcool nas coffee shops.
Para dois não-fumadores, a opção entre fumar um charro e comer uma fatia de bolo, parece-nos fácil.
Já tínhamos feito a nossa primeira tentativa, mas algo falhou, porque não sentimos grandes efeitos. Ou o bolinho tinha pouca erva ou fomos enganados.
Mas na segunda tentativa fomos a uma coffee shop que nos tinham recomendado como tendo dos melhores space cakes de Amesterdão – “Paradox”. Por 6€ tivemos direito a uma fatia de bolo, com 1g de erva (o primeiro bolo só tinha 0,3g).
 
  
 
Saboroso, na verdade. Sente-se o sabor da erva, mas é subtil e acompanhado por um paladar doce. Dividimos o bolo em dois e atacámos.
Meia hora depois, começámos a sentir o efeito. Tudo tinha piada. Começámos a rir por tudo e por nada.
 
Entretanto tínhamos ido para outro bar que tinha jogos de tabuleiro e decidimos experimentar Catan pela primeira vez. Bad idea. Rapidamente, o Francisco e a Teresa (amigos do Kiko) perceberam que aquilo não ia ser tarefa fácil. Desconcentrávamo-nos facilmente do jogo e desatávamos a rir. Já nem nos lembramos bem porquê. Desculpem, amigos! :D
 
Foi memorável. Grande moca!

Primeira vez

As primeiras vezes são sempre especiais. Más ou boas experiências, ficam na memória. Na Holanda tivemos a nossa primeira vez: apanhámos boleia com um completo desconhecido e sobrevivemos!
Roterdão-Amesterdão: com os preços puxadotes dos comboios, decidimos experimentar o Bla Bla Car.

Depois de uma ou duas noites de pesquisa e algumas trocas de mensagens, encontrámos o Norbert, um polaco que ia fazer o trajecto que pretendíamos. Combinámos a hora e o ponto de encontro – ele foi buscar-nos a casa da Ivana e do Petar! – et voilá! Por sensivelmente metade do preço, conseguimos o nosso transporte para a cidade do Red Light District.

Apesar de o Bla Bla Car ser um site mega popular e “certificado”, há sempre aquele receio de que algo falhe. A verdade é que correu tudo bem nesta nossa primeira experiência.

O Norbert era simpático; não tinha o inglês mais polido do mundo, mas o nosso também está longe de ser perfeito e chegou para nos entendermos. Falámos a viagem toda. Sobre a Polónia, a sua emigração para a Holanda, o povo holandês, futebol e muito mais. Ao chegar a Amesterdão deixou-nos onde pedimos (Central Station) e seguiu a sua viagem. 

Uma boa experiência EntreNós que havemos de repetir :)

Amesterdão, aqui vamos nós !!
 

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Poupados #EntreNós

Se, como nós, pertences à espécie humana dos "Poupados", isto é para ti.

Se os teus favoritos/atalhos do Google são 39 sites de descontos; se te recusas a pagar 50 cêntimos para usar uma WC pública (mesmo que estejas quase a fazer nas cuecas! – AGUENTA até ao próximo Starbucks!); se preferes apanhar boleia com desconhecidos a um comboio pelo dobro do preço: LEITURA OBRIGATÓRIA! :D

 

“Conta-nos os truques/malandrices que usas para poupar durante as viagens.”

Foi este o pedido que fizemos a centenas de viajantes. Familiares, amigos, completos desconhecidos que encontramos nos grupos de couchsurfing ou viagens - obtivemos um extenso rol de truques para o viajante poupado.

Surgiram algumas respostas semelhantes, pelo que seleccionámos as mais interessantes. Presenteamo-vos, agora, com o Santo Graal das poupanças em viagem!

 

  • Se vais viajar para conhecer a cidade e pensas em só ir ao hotel para dormir, passa primeiro no couchsurfing.com ou adere a uns quantos grupos no Facebook e pergunta se alguém tem um "sofá livre" nesses dias. Para além de poupares uns bons trocos, vais conhecer pessoas fantásticas, com outras maneiras de pensar e estar na vida. - “Em caso de couchsurfing, peço ao host se posso cozinhar em sua casa. Sai bem mais barato que comer fora.”.  Viajar não é só tirar fotografias e postar no Facebook. "Viajar" passa, também, pela inovadora experiência que é conhecer pessoas com diferentes culturas.

 

  • Podes também aproveitar e “Pedir a uma alma caridosa para lavar a roupa em sua casa.”. Nós lavámos sempre a roupa em casa de pessoas que nos acolheram, sem qualquer problema. Sempre que acolhemos alguém em nossa casa em Lisboa, também lavamos a roupa, caso os nossos couchsurfers necessitem.






 

 

  • “Caminho o máximo que posso.” e/ou “Peço boleia/carona.” Na nossa Eurotrip tentámos ao máximo evitar transportes públicos. Fazíamos quase tudo a pé, a não ser que o passeio fosse mesmo muito longo. O truque está em planear bem os locais a visitar. O BlaBla Car também é bastante útil. Podem apanhar boleia, geralmente pagando menos que um transporte público. E, mais uma vez, há a vantagem de conhecer mais gente. :) Outra dica que recebemos foi: “Ao viajar num carro, dormir na parte de trás. Poupa-se bastante em alojamento.” - se conseguirem boleias à noite, tanto melhor - a parte de conhecer a pessoa é que já fica mais complicada, mas esta vida é feita de escolhas. :P

  •  “Vejo tudo o que é possível fazer na cidade com o meu cartão de estudante.” Se o teu cartão de estudante já estiver caducado, leva-o na mesma. Muitas vezes nem pedem, outras mal olham. :D Mcdonald's, museus e outras atracções, normalmente aceitam sempre cartão de estudante. Aproveitem e vejam, também, se há dias em que as entradas numa certa atracção/museu seja grátis: "ver na net qual/quais os dias e horas em que as coisas para visitar são grátis.".

 

 

 

  • Na Holanda, numa das noites, estávamos com os nossos amigos e percebemos que não tínhamos comida em casa para fazer o jantar para todos - Atenção!: éramos 7 a dormir num studio minúsculo - além disso, o supermercado mais próximo ficava bastante longe. Solução: uns amigos que estavam connosco decidiram ver se conseguiam "cravar" comida aos vizinhos. “Peço arroz, verduras, coisas simples. Nos países onde as pessoas são amáveis, você consegue muita coisa!" E assim foi! Nessa noite jantámos bem! Obrigado, vizinhos de Haarlem! :) 

 

  • Andar sempre com uma garrafa de água ou uma garrafinha de chá e ter sempre um tupperware connosco. Como alguém nos respondeu:  “Ter uma garrafa de água pronta para encher em qualquer lado. Água, às vezes, é comida!” - e não só! Em alguns países, os Starbucks têm leite e chocolate para se colocar na bebida. Muitos dos nossos lanches foram leite com chocolate do Starbucks, directamente no nosso termo. Bem bom!

  • “Recolher garrafas de plástico e devolver no supermercado. Em alguns países recebes dinheiro por isso. Eu já fiz 15€ num dia sem me esforçar.” Em Berlim ainda deu para para comprarmos umas bolachas grátis. Viva a reciclagem!

  • "Trazer comida do pequeno-almoço do hotel/hostel para o almoço ou lanche." Quem nunca? :) Já que pagámos o hostel e o P.A., há que aproveitar! Ah!, acompanhando com uns champôs e gel de banho.

Outras respostas criativas (sem dúvida!) e poupadinhas que obtivemos:

  • "Quando viajo de comboio, não tomo banho para não ter que pagar hosteis; só uso toalhitas. O record foi 42 dias!!" Xiça! 

  • “Falsificar um certificado de estudante de Arquitectura para entrar nos museus em Itália de borla.” 

  •  “Tento infiltrar-me em grandes grupos de turistas nos museus, para não pagar entrada.”

  • "Vão a tudo o que é ginásios e actividades para 'experimentar uma aula'. Tudo o que não tenha aulas avulso terá essa possibilidade!"

 

 

P.S.: As notas são falsas, se fossem verdadeiras tínhamos ido para as ilhas Maurícias e o nome do post seria "Esbanjar #EntreNós".

P.P.S.: Não, não usámos estas notas falsas para continuar a nossa viagem. 

Google Maps #EntreNós

É certo que não há uma única pessoa que nunca tenha ouvido falar no Google Maps. No entanto, nem todos devem saber das suas possibilidades infinitas e que tanto jeito nos deram nesta viagem!

 

Desde o "pré-viagem" à viagem em si, o Google Maps tem sido um fiel companheiro. 

 

Cenas fixes do Google Maps: 

Usar offline: Esta é das melhores coisas da app! Basta guardar a zona que vamos precisar de utilizar (tem que se estar online para guardar) et voilá! Temos 30 dias para usufruir desse mapa, mesmo estando offline. Bye bye mapas de papel!

Onde está a rua mínima, que nem tem direito a ter o seu nome no mapa, mas que é precisamente onde se situa a casa onde vamos ficar? Coloca-se o nome no Maps e tcharan!

O melhor de tudo é que - mesmo offline - o Maps detecta a nossa localização e facilita a orientação (quantas vezes não vos aconteceu já saber para onde querem ir mas não saber onde estão?).

 

Estrelar: guardar/marcar os locais que nos interessam. É necesário estar online para o fazer, mas depois as estrelinhas aparecem, mesmo quando estamos offline. Não há coisa mais bonita que ter um mapa estrelado! Os locais onde já fomos e onde queremos estão representados pelas nossas estrelinhas. É uma espécie de Scratch Map (que agora tanto está na moda), mas em vez de riscado, o mapa está estrelado.

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Traçar rotas alternativas: óptimo se quisermos contornar as mais populares ruas cheias de restaurantes e seus empregados que nos imploram que lá fiquemos a jantar às 17h da tarde e quase nos obrigam a entrar. "Maybe later!" - só que não!

 

Há, ainda, a possibilidade de viajar sem sair de casa.

Neste site podemos visitar cidades sentados no nosso sofá! Confessamos que é bem mais divertido fazê-lo pessoalmente, mas, sempre é uma forma mais fácil e gratuita de conhecer o mundo.

 

 

Estes são os nossos "Must do" do Google Maps, mas não somos mega pros, sendo esta apenas a nossa perspectiva. Provavelmente haverá até outras 101 ferramentas fantásticas que nós desconhecemos. Se souberem mais mega utilidades, não hesitem em partilhá-las #EntreNós! :)

Voos pela Europa a 7€!!

Volotea - companhia aérea low cost de Espanha - alcançou a marca de 7 milhões de passageiros!!

Para comemorar, lançou uma promoção "daquelas", com passagens para vários destinos por apenas 7 euros! :o


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 A promoção é válida para reservas até ao dia 25 de março e viagens até outubro.

Toca a aproveitar os feriados! 

Demos uma olhadela por alto e fomos de Faro até Veneza por cerca de 14€ - com escala em Marselha para admirar as paisagens e voltamos para Lisboa por Roma, por 49€. No total (sem contar com as viagens em Portugal), Marseille + Veneza + Roma por cerca de 75€ (voos + autocarro de Veneza para Roma). Não é a melhor promoção do mundo mas não deixa de ser interessante para quem quiser/puder tirar uns diazinhos de férias.

 

Faro - Marseille

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Marseille - Venice

 

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Simulação possível do valor de autocarro de Veneza para Roma

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Volta de Roma para Lisboa - Ryanair

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Se o objectivo for só mesmo Lisboa - Roma, podem ir pela Ryanair, de 12 a 17 de Maio: ida e volta por 75€.


P.S.: Falamos de Itália porque foi o que testámos, mas devem haver mais umas quantas combinações interessantes para uns diazitos à aventura. Metam mãos à obra e partilhem as vossas escolhas connosco! :) 

 

Adorámos e odiámos - Dublin

Dublin foi uma das cidades que mais gostámos!

Pequenina e calma, amorosa e amistosa. Cheia de brasileiros (nossos companheiros das baladas) e irlandeses bem-dispostos. 

Ainda para mais encontrámos o céu limpo e o sol a sorrir para nós praticamente todos os dias! (Ok, podemos ter tido sorte...) Aconteceu, na verdade, um marco histórico da Eurotrip!: a Catarina passou o primeiro dia sem parecer o boneco da Michelin, como o João lhe chama - não usou o seu casaco azul, que a acompanha desde Paris (Obrigado, Fátima!).

Posto isto, cá vai o que adorámos e odiámos em Dublin: 

 

 

ADORÁMOS:

  • O facto de a cidade ser pequena e se poder percorrer facilmente em menos de 30 minutos a pé - gasta-se menos (tempo e dinheiro), passeia-se mais e desfruta-se mais!

 

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  • A simpatia das pessoas: em maior ou menor número, claro que há carrancudos em todo o lado, mas em Dublin devem ter uma lei que prende quem não sorrir e for fofinho para os visitantes. 

 

  • A comunidade brasileira que habita em Dublin. São imensos! E está-lhes no sangue: simpatia, boa disposição, positivismo; festa, dança, alegria!

 

  • Os legumes, fruta e....... os doces (nós temos tentado controlar a coisa, pais!, mas em Dublin não foi nada fácil) a preços surreais: 12 bananas por 1€; 8 Milkas por 2€... 

 

  • A possibilidade de ter "culture for free": praticamente todos os museus, galerias, parques, etc, têm entrada livre.

 

  • As Guinness: é na capital irlandesa que se bebem as melhores Guinness (sim, uma Guinness pode ter um sabor diferente dependendo de vários factores - vejam o post "Sabias que?... - Dublin"). A Catarina nem é grande fã de cerveja... Não era, aliás!

 

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ODIÁMOS:

 

  • Os preços dos restaurantes: comer fora sai caro; é complicado desfrutar de uma boa refeição por menos de 15€ (Calma, Dubliners!, não nos crucifiquem já se isto não corresponder à realidade. Talvez não tenhamos estado tempo suficiente em Dublin para conhecer os "cantos à casa"; talvez haja restaurantes bons e baratos. Vamos procurar melhor na próxima visita!)

 

  • Ouvir tanta gente dizer que estávamos com imensa sorte com a meteorologia...

 

We love Dublin! :D

Que hacer en Barcelona? - Parte I

Erro nº 1: passar menos de 3 dias em Barcelona. 

Se não quiserem passar o voo de regresso/partida de Barcelona a chorar baba e ranho, o melhor é planearem uma visita de 3 ou mais dias à capital da Catalunha. Nós fomos dos que chorámos baba e ranho. Dois dias souberam a pouco. No entanto, vamos deixar-vos com as nossas escolhas e conselhos, o tal "Must Do" de Barcelona.

 

Free Walking Tours:

http://freewalkingtoursbarcelona.com/tours/

 

Como não podia deixar de ser, fomos conhecer Barcelona orientados pelos sempre divertidos e apaixonados guias das FWT. A mesma companhia oferecia 4 tours diferentes. No 1º dia optámos pela Gothic Route, em que pudemos conhecer muitos dos monumentos da parte antiga da cidade, curiosidades malucas, histórias e lendas divertidas.

 

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Ao longo do caminho o nosso guia - curiosamente um norte-americano chamado Ian - foi-nos dando sugestões dos melhores locais para comer, beber e dançar.

 

Mais tarde acabámos por provar os churros com chocolate numa das pastelarias sugeridas e........ depois falamos sobre isso.


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No 2º dia, não podiíamos falhar o incontornável Gaudí e fizemos, então, a Gaudí Route, com a Angelique - uma caminhada pela l'eixample (extensão) de Barcelona - a parte moderna - a terminar na Sagrada Família.

Para não fugir à regra, o passeio foi bem divertido, com uma série de histórias interessantíssimas sobre este génio/louco artista catalão e a história da cidade e do país - deixaremos algumas delas para um próximo post. 

Só foi pena a Sagrada Família estar em obras........ há mais de 100 anos!

 

Adorámos a Sagrada Família! É um monumento muito peculiar, pois, além da sua gigantez, é algo humano, com uma certa bipolaridade: o lado mais depressivo e o lado mais alegre. Mas nada como googlar para ficar a conhecer mais profundamente esta magnífica obra. 

 

 

 

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Se não conseguires ir a Barcelona mas mesmo assim tens "ver a Sagrada Família" na tua Bucket List, deixamos-te uma batota aqui em baixo: 

 

https://www.youtube.com/watch?v=RcDmloG3tXU

 

Voltaremos para a Parte II. Olé!

Até já, Lisboa!

Aproveitámos os últimos dias para dar uma voltinha bem à turista por Lisboa. Por termos tantos seguidores brasileiros no Instagram e que já nos expressaram o seu desejo de vir a Lisboa, vamos deixar aqui algumas dicas de locais "Must Visit" num dia em Lisboa.

 

Para os turistas, o mais interessante será a visita ao centro histórico de Lisboa. Assim, aconselhamos que apanhem o Metro até à Baixa-Chiado (Linha Azul). O cartão tem um custo de 0,50€ e pode ser recarregado às vezes que se quiser. Cada viagem custa 1,4€, mas para o roteiro que vamos sugerir, uma só viagem chega, pois tudo fica muito próximo.

 

  • Largo Camões: esta praça homenageia - através de uma estátua - um dos maiores poetas portugueses. Serve também como porta de acesso/ponto de encontro ao Bairro Alto - o principal centro de animação noturna, onde se poderão beber uns copos e conviver com amigos nas suas tradicionais ruas estreitas.

 

  • Fotografia com Fernando Pessoa: é na Brasileira - café perto do Largo Camões - que se encontra a estátua de outro dos maiores génios literários nacionais. Era lá que Fernando Pessoa escrevia os seus textos. Tirar uma selfie ou sentar-se ao seu colo, a escolha é vossa!

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  • Rua Augusta: é nesta famosa rua da baixa lisboeta onde podem fazer várias compras, assistir a espetáculos de rua e até mesmo saborear a recente receita que combina dois grandes ícones gastronómicos portugueses: o pastel de bacalhau e o queijo da serra. Para provar esta tentação basta irem à Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau. Tendo o dobro do tamanho dos pastéis normais, tem o custo de 3,5€. #EntreNós ficou a experiência de ser turistas por um dia.   

 

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  • Arco da Rua Augusta: se quiserem ter uma visão mais panorâmica da capital portuguesa e 2,5€ a mais no bolso, aconselhamos a subida ao Arco. No entanto, o que não falta em Lisboa, são miradouros que oferecem vistas muito bonitas e gratuitas da cidade. 

 

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  • Terreiro do Paço/Praça do Comércio: praça situada junto ao rio Tejo. Uma das mais majestosas de Lisboa. Oferece uma vista muito bonita do rio, da ponte 25 de Abril e da margem sul e tem uma óptima luz para se fotografar. 

 

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  • Viajar no Elétrico 28: este passeio não ficaria concluído sem uma viagem no famoso elétrico 28. Esta carreira tem, em média, 38 minutos e faz o trajecto Martim Moniz-Campo de Ourique e o inverso, passando pelas paragens obrigatórias da Basílica da Estrela e Castelo. Uma viagem que faz um bom resumo da cidade de Lisboa e tem um custo superior às outras carreiras: 2,85€. Este é, sem dúvida, um "Must do" numa visita de um dia a Lisboa. Aviso: atenção aos carteiristas!

 

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  • Bairro Alto: desde casas de fado a bares com música ao vivo (inclusive brasileira), pubs irlandeses, entre outros, lá encontrarão tantos estrangeiros como portugueses. Local perfeito para novas amizades, temperadas com um bela imperial (cerveja), copo de vinho, ou cocktail. 

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  • Refeições: para almoçar e jantar, sugerimos que façam o download da app -"Zomato", que indica quais os restaurantes mais perto da vossa localização, menus, preços e as respectivas avaliações. Para o lanche, podem sempre parar numa das muitas "Padaria Portuguesa", com uma relação qualidade/preço excelente, que vos fará crescer ainda mais água na boca. Para refrescar, poderão optar pela geladaria Santini, produtora de excelentes gelados artesanais.

 

 

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